Mota Amaral defende redução do número de deputados

 

Petição online


Cerca de 20 mil portugueses exigem a redução imediata do número de deputados no Parlamento "por razões morais e financeiras", através de uma petição online, que terá obrigatoriamente de ser debatida na própria Assembleia da República. 
Lançada no início deste mês, a petição "A favor da redução do número de deputados na Assembleia da República de 230 para 180" conta já com perto de 20 mil signatários, entre eles o fiscalista Medina Carreira. 
No texto de enquadramento da petição pode ler-se a dúvida que subjaz a esta exigência: "Sabendo à partida que a lei prevê a possibilidade desse número [de deputados] ser entre 180 e 230 membros, afigura-se difícil compreender aos olhos da razoabilidade a razão da opção recair sobre o número máximo possível (230) e não sobre o valor mínimo possível (180), ou sequer sobre um valor intermédio possível (ex. 200)".  

Torre Solar

Será construída no Rio De Janeiro e fornecerá energia para a aldeia olímpica em 2016, se a crise deixar.

Contraluz

Apareceu-me um mail que apontava para um trailer de um filme de Fernando Fragata.
Método de publicidade original. O tema do filme condensa-se numa frase canalha: Daqui a cem anos estamos todos mortos. Esta frase até foi usada por Bush para ilustrar como são inúteis as preocupações ambientais.
Espero pelo filme, para ver...

Profético

Para quem já não acredita, vos digo: é só esperar, que ele acaba por ter razão...

Amor conjugal

Para quem quiser saber como vai a sua relação amorosa, recomendo este blog da minha amiga Paula Silveira: A sua relação está por um fio? 
Desculpem se a conclusão a que chegarem não for muito agradável...


Taxar os pobres...


Mais uma vez venho fazer referência ao que se publica em Um homem das Cidades.. Afinal, se alguém anda a fazer o trabalho bem feito, para quê correr atrás da noticia...

O factor X


Foto: Yuri Gripas/Reuters
Os líderes das três empresas envolvidas foram ouvidos ontem e anteontem em Washington: Empresas ignoraram avisos de perigo antes da explosão na plataforma petrolífera
Parece que o acidente da plataforma petrolífera que ocorreu no Golfo do México  teve culpa humana. 
Tal como Chernobyl, tal como Exxon Valdez.
Por isso não se pode falar de 100% seguro, principalmente quando as dimensões de uma possível catástrofe possam ser estas ou ainda mais trágicas como é o caso do nuclear.

CRÓNICAS - 7

Portugal voltou ao país dos “eFes”

Com a recente euforia dos adeptos dos campeões nacionais (eu até sou do Benfica), festejos de arromba em todo o lado, cortejos nas ruas da cidade e nos mais variados locais, até altas horas da noite gritando e pulando na Praça Marquês de Pombal e depois frente aos Paços do Concelho, seguido hoje e nos próximos dias com a visita do Papa, recebido de uma forma que mais nenhuma entidade, mesmo soberana de um outro país, teve por cá, trânsitos cortados, tolerância de ponto para organismos públicos e mesmo alguns privados, bandeirinhas especiais nos autocarros, enfim, uma mudança total na actividade normal deste lugar, dei comigo a pensar no que se dizia antes do 25 de Abril: ao povo português bastam-lhe os 3 Efes (F): Fátima, Futebol e Fado. Exactamente. E eu que pensava que isso tinha acabado. Pelo menos nestes últimos dias, dois F bastaram para não se preocuparem com mais nada. Dois porque o terceiro, o fado já nos apanhou com a crise em que estamos metidos. E assim, eu que, sendo ateu ou agnóstico como prefiram, me prezo de respeitar as crenças de cada um, não consigo compreender que a visita do Papa tenha feito parar o país. O trânsito em Lisboa foi um verdadeiro caos. Ruas cortadas. Carreiras de autocarro interrompidas. Pessoas que desejavam deslocar-se rapidamente e não o conseguiam fazer. Fez-me lembrar o caos nos transportes aéreos provocado pela nuvem vulcânica. O Papa foi para o trânsito da capital uma espécie de nuvem de um vulcão. Veja-se o que se passou por exemplo no Terreiro do Paço. Não cabia nem mais uma coisita por pequena que fosse. E o trânsito nas redondezas parou por completo durante aquelas horas que foram longas, desde os momentos que antecederam a missa até à debandada final de toda aquela gente. Ele próprio aliás deve estar admirado com tal recepção. Nunca em país nenhum da Europa ele seria recebido de tal forma. E não se venha dizer que é devido ao facto de sermos um país católico. Não o somos. Somos um estado laico. E já foram entretanto ouvidas muitas declarações por pessoas que não concordavam com esta vinda no momento de crise que atravessamos. Mesmo de alguns crentes.Contas feitas são as que quantificam em 75 milhões de Euros como foi dito nos Sinais de Fogo de Miguel Sousa Tavares.



Muito dinheiro gasto na verdade. Este "eFe" ficou muito caro ao País. Em entrevistas de Antena Aberta, na Rádio e Televisão, foram muitas as pessoas que criticaram o que agora se está a viver. De facto, quando se afirma que oitenta e tal por cento da população é católica, tal não corresponde à verdade. Esse censo é muitas vezes retirado do número de pessoas baptizadas pela Igreja. Ora sabemos que muitas dessas crianças que o foram, à nascença, sem dar por isso e sem lhes pedirem se o quereriam ser, abandonaram depois essa crença. E o resultado está portanto falseado à partida.
Mas enfim, apesar de tudo, pelo menos durante estes últimos dias, o povo esqueceu os seus problemas. Voltou a viver dos 3 eFes. Esperemos que acorde e se volte para o país real.

Petróleo - Golfo do México

Não tenho palavras para comentar aquilo que se perfila para ser um dos maiores desastres ecológicos de sempre. O Golfo do México, cujas águas banham uma das zonas mais sensíveis da costa americana que poderá estar comprometida por décadas de poluição, altamente destrutiva para a vida selvagem.
Parece que esta década ficará na história como o início de um FIM, há muito anunciado

Música contra a exclusão - Caso português


Num país tão fecundo em más notícias, aparecem, esporadicamente, mensagens de esperança.
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Mais uma vez a Fundação Calouste Gulbenkien mostra o seu valor na sociedade portuguesa ao serviço da cultura e valorização social.