Monogamia e casamento

American men average 13 partners, which is:

- Ten less than Canadians (23)
- Three less than the British (16)
- One less than Mexicans (14)
- Equal to the global average (13)

American women average nine partners, which is:

- One less than Canadians (10)
- One less than the British (10)
- Three more than Mexicans (6)
- Two more than the global average (7)

Para português:
A média de parceiras para cada homem nos USA é 13, o que é:

- Dez menos que os  Canadianos (23)
- Três menos que os British (16)
- Uma menos que os Mexicanos (14)
- Igual à média  global   (13)

A média de parceiros para cada mulher nos USA é 9, o que é:

- Um menos que os Canadianos (10)
- Um menos que os British (10)
- Três mais que os Mexicanos (6)
- Dois mais que a média global (7)


A creditando nos resultados da Durex Global Survey
Portugal não consta.... mas deve ser giro saber quais os números deste país de monogâmicos...

Eólicas na Alemanha


A Alemanha vai investir 30 mil milhões nas energias renováveis. Por cá ainda há quem tenha dúvidas. Felizmente que há estúpidos.

Veterano da Guerra do Iraque

 Fala quem sabe...

Futebol e ....

A propósito de futebol e de França, talvez as raízes estejam mais fundas...
Um caso para meditar aqui
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O pequeno Mathis com a camisola que o impediu de entrar na escola 
A política e o Futebol

Propositadamente escrevi neste título política com letra pequena e Futebol com maiúscula. Assim vai o Mundo com a vergonha que o Presidente Sarkozy não teve ao anular hoje uma importante reunião já marcada com representantes de várias ONG mundiais de desenvolvimento para em troca poder reunir-se com o futebolista Thierry Henry. Para o Presidente francês era muito mais importante tomar conhecimento das razões que levaram a França a ser eliminada do Mundial do que as condições de 3 mil milhões de pobres em países em desenvolvimento. Isto parece incrível poder acontecer mas aconteceu mesmo. Já não bastam os milhões de Euros que se gastam com a preparação, estágios, transportes, etc., sendo que naturalmente o dinheiro aparece por outras vias – creio eu – que não as de um governo, como se conclui que é mais importante dar um raspanete a uma equipa que enverga as cores do seu país do que zelar pela possível ajuda a quem necessita do pão para a boca. Aliás o mesmo senhor Sarkozy já tivera ontem uma reunião de trabalho com os ministros envolvidos no evento a fim de passar a ter nas suas mãos o dossier do futebol francês. Mal vai de facto este mundo quando aqueles a quem entregámos o destino do nosso país se preocupam mais com os desaires desportivos e outras coisas menores do que com aquilo que devia constituir o verdadeiro sentimento de lutar pelas boas causas e resolver as desigualdades que são infelizmente cada vez maiores entre os que têm tudo e os que nada têm.
Ver notícia mais desenvolvida aqui.

O preço do petróleo



De longe o maior desastre ecológico de sempre. O futuro da costa sul dos USA comprometido durante décadas. O quase silêncio da comunicação social é ensurdecedor...

Até Sempre Saramago!


A notícia apareceu de repente, inesperada para muitos de nós, embora sabendo que o teu estado de saúde, ou de doença, nestes últimos tempos não augurava nada de bom. Mas como a esperança é a última coisa a desaparecer, pensávamos que mais uma vez irias recuperar. Assim não aconteceu. A notícia anunciou o teu falecimento às 12.30 deste dia 18 de Junho. Mas uma coisa é certa: ao resolver partir para onde - como tu acreditavas - nada existe, a morte não te levou. Tal como dizia o poeta “és daqueles a quem a lei da morte libertou”. Não morrerás porque os homens como tu são verdadeiramente imortais. Não apenas – e já seria muito – pelo merecido Prémio Nobel que honrou a Literatura Portuguesa, inscrevendo o teu nome nessa lista de grandes celebridades mundiais que ficarão para as gerações futuras, nem pelos outros grandes prémios com que foste distinguido e os mais diversos doutoramentos Honoris Causa, mas pelas obras que nos deixaste, pela coerência do teu pensamento, pela tua paixão em prol das liberdades e dos direitos de toda a comunidade, pelo teu profundo humanismo, pela bondade expressa nos teus actos, pelo teu olhar em defesa dos mais desfavorecidos. É curioso até como chegavas não só a respeitar como até por vezes a amar os teus próprios inimigos. Uma alma grande como a tua faz-nos realmente falta. Lamento não poder ler mais nenhuma das tuas obras que haverias ainda de nos legar. Terei de limitar-me a reler as que escreveste e que tenho comigo. Reler os teus cadernos onde deixaste, em minha modesta opinião, o teu verdadeiro retrato, as tuas preocupações com o caminho que o mundo ia percorrendo, desmascarando as vilanias que o povoam ou enaltecendo quem defendia a verdade e a justiça. Ali, nesses escritos diários, está sempre e sempre toda a grandeza do homem que és (ia a dizer que foste), aquele homem que não esqueceu nunca os dias da sua infância pobre e simples apesar de ter subido tão alto, o teu enorme e profundo sentido do que é ser um homem verdadeiramente Bom, a tua preocupação permanente em encontrar soluções para o que julgamos ter perdido.
A última mensagem deixada no teu blogue que ia sendo actualizado nestes últimos tempos por ti, pela Pilar e pela Fundação mas nestes dois últimos casos com os textos que são teus, fica bem como sinal das tuas preocupações com o mundo actual e com um conselho que talvez valha a pena seguir:
“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma”.
Assim é de facto Querido Amigo (se me permites). Precisamos de pensar e reflectir. Precisamos de encontrar as ideias que tendem em faltar-nos, sobretudo se apenas pensarmos em nós próprios. É preciso, como tantas vezes disseste, olhar bem à nossa volta e repensar o que andamos a fazer. Isto, se quisermos reencontrar a verdadeira felicidade perdida. É que ela só existirá quando a virmos reflectida em tudo à nossa volta. E por estar convencido - e certamente não sou o único – que ao continuar a ter-te a meu lado com o que escreveste e com o que és (novamente ia a dizer “que foste”) é que te digo com toda a sinceridade: Até Sempre Saramago!

Quanto custa a AR

Quanto custa a Assembleia da Republica? Bom, é só fazer as contas...

Daniel Cohn-Bendit - A Europa, a Grécia e a finança...

 Daniel Cohn-Bendit , deputado europeu pelos Verdes, alemão e resistente desde jovem, fala da crise grega e da ajuda da comunidade europeia a este país em crise. Talvez valha a pena ouvi-lo com atenção, como fizeram os outros deputados europeus...
Legendado em português, com alguns erros...