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Eleito para fazer alguma coisa



Tenho um hábito peculiar que todos os que me visitam, amigos e família, gozam e não compreendem; guardo revistas antigas. Sábado, Visão, Única, etc. estão amontoadas num armário de casa de banho e disponíveis para aqueles que, como eu, não dispensam uma leitura nos momentos de "aperto". Não compreendem eles porquê, embora as leiam também.
A verdade é que acho muito divertido ler, volvidos alguns anos e acontecimentos, o que à época escreviam os chamados analistas políticos e os políticos, eles próprios. No conturbado momento que atravessamos, e que me dispenso de comentar, e depois de Cavaco Silva ter anunciado a sua candidatura com o discurso que todos ouvimos, foi com um misto de prazer e gratidão que reli o editorial da Sábado de 26 de Janeiro de 2006. Prazer por ver um hábito meu, colher. Gratidão porque, não fosse eu ter-me esquecido, poderia votar Cavaco.
Leiam e depois digam lá que não tem piada.

Editorial - Revista Sábado
Eleito para fazer alguma coisa

Há uma qualidade que ninguém pode negar a Cavaco Silva. O novo presidente da República acredita que o cargo serve para alguma coisa e não apenas para viagens com grandes comitivas ao estrangeiro e longos discursos sem conteúdo. Mas há também um defeito que dificilmente se pode negar a Cavaco Silva. O novo presidente da Republica acredita que o cargo serve para alguma coisa e não apenas para viagens com grandes comitivas ao estrangeiro e longos discursos sem conteúdo.
As vantagens de Cavaco são também os seus defeitos. O novo chefe de estado tem ideias muito definidas sobre o que deve ser o futuro de Portugal, sobre as áreas onde se deve investir e aquelas que podem ficar para segundo plano, sobre a forma correcta de dar a volta à crise. Bem ou mal. Cavaco tem uma estratégia e um caminho para Portugal. E isso pode ser um problema se a estratégia for diferente da de Sócrates.. É verdade. Mas também é verdade que os portugueses votaram em Cavaco, em parte por causa do que ele pensa e do que quer para o País, por saberem que, perante um governo preocupado em controlar as contas públicas, nunca o ouviram dizer que "há vida para além do défice", por terem a certeza de que um primeiro ministro como Santana Lopes nunca chegaria a durar fatídicos quatro meses.
Essa foi uma garantia que os portugueses quiseram. E isso não é uma ameaça à estabilidade, é uma garantia de estabilidade. Sócrates e Cavaco convergem nas grandes linhas e prioridades para Portugal. A eleição do novo Presidente da Republica foi uma forma de assegurar o rumo do País; de garantir que haverá um esforço para cortar nas despesas públicas e para equilibrar as contas do Estado. Se o primeiro ministro se mantiver fiel ao programa de Governo - e fugir às pressões constantes do aparelho socialista para fazer uma viragem despesista à esquerda - e se o Presidente da República seguir o seu manifesto eleitoral - e evitar uma tendência inata para se impor e mandar - haverá estabilidade política em Portugal. Se não, não.
26 Janeiro 2006

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A palestra está em inglês bem acessível a quem tem da língua um conhecimento médio e as imagens projectadas durante a palestra não estão acessíveis, o que é lamentável.
De qualquer modo aconselho aos interessados no tema um visionamento deste vídeo.

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