Um padre que fala o que pensa.

Falta imaginação às centrais sindicais, e às igrejas para combater quem nos explora.

Ouro. Para que te quero!?





Ainda há ouro em Fort Knox?

Apanhei este artigo no blog A LINGUAGEM DO CAOS que não resisto a partilhar aqui

A democracia para os outros

Eu sei, eu sei. É longo, é em inglês, e o tipo (John Pilger) é um perigoso comunista. O conhecimento é difícil de adquirir....


A GRANDE FRAUDE POLITICO-ECONÓMICA

Caros visitantes, este não é apenas mais um vídeo sobre o assunto que muitas vezes tem sido aqui falado e divulgado. É caso para dizer: quem não quizer entender é porque não se importa de ser "aldrabado", oprimido, roubado e em muitos casos levado a situações em que não consegue ter o mínimo indispensável para viver com dignidade, cuidando da saúde de si e dos seus,conseguindo educar os seus filhos, etc. etc. Como alguém opinou já perante o que vão assistir "Depois de vermos isto – que confirma tudo o que já foi dito sobre a supremacia do Poder Económico sobre o Poder Político (que não passa do seu moço de fretes) – percebemos como é necessário dar a volta a isto. As nossas vidas – as das pessoas comuns – estão nas mãos da «alta» finança."

Torna-se necessário constituir, engrossar (porque ele já existe) um movimento de revolta contra os senhores que dominam este país. O mesmo está já a acontecer noutros países.

Voltando a citar quem divulgou este vídeo: "Governos, eleições, políticas económicas, medidas de austeridade, é tudo uma imensa fraude. Uma maneira de nos forçarem a produzir mais por cada vez menos dinheiro. Vejam o vídeo quantas vezes quiserem até interiorizarem as verdades que ali são ditas.

São sete minutos que podem valer toda a vida que nos resta ainda, se quizermos vivê-la com dignidade de seres humanos e conscientes. Afinal vamos saber o que é o dinheiro, como circula, de onde sai e onde entra. Quem são os explorados e quem são os "exploradores"

Ainda está para nascer homem mais honesto...

O nosso dinheiro tem destino. Este é um deles...

Globalização em 4 actos. Capitulo I

O neo-liberalismo não tem futuro: Além de homicida é suicida e ecocida. A vida tem a sua última palavra.




Pinguins e nós, humanos

Ou nós ou eles... ou nem eles nem nós...

Choro..


Eu falo das casas e dos homens


Eu falo das casas e dos homens, 
dos vivos e dos mortos: 
do que passa e não volta nunca mais... 
Não me venham dizer que estava materialmente 
previsto, 
ah, não me venham com teorias! 
Eu vejo a desolação e a fome, 
as angústias sem nome, 
os pavores marcados para sempre nas faces trágicas 
das vítimas. 

E sei que vejo, sei que imagino apenas uma ínfima, 
uma insignificante parcela da tragédia. 
Eu, se visse, não acreditava. 
Se visse, dava em louco ou profeta, 
dava em chefe de bandidos, em salteador de estrada, 
- mas não acreditava! 

Olho os homens, as casas e os bichos. 
Olho num pasmo sem limites, 
e fico sem palavras, 
na dor de serem homens que fizeram tudo isto: 
esta pasta ensanguentada a que reduziram a terra inteira, 
esta lama de sangue e alma, 
de coisa a ser, 
e pergunto numa angústia se ainda haverá alguma esperança, 
se o ódio sequer servirá para alguma coisa... 

Deixai-me chorar - e chorai! 
As lágrimas lavarão ao menos a vergonha de estarmos vivos, 
de termos sancionado com o nosso silêncio o crime feito instituição
e enquanto chorarmos talvez julguemos nosso o drama, 
por momentos será nosso um pouco do sofrimento alheio, 
por um segundo seremos os mortos e os torturados, 
os aleijados para toda a vida, os loucos e os encarcerados, 
seremos a terra podre de tanto cadáver, 
seremos o sangue das árvores, 
o ventre doloroso das casas saqueadas, 
- sim, por um momento seremos a dor de tudo isto... 

Eu não sei porque me caem as lágrimas, 
porque tremo e que arrepio corre dentro de mim, 
eu que não tenho parentes nem amigos na guerra, 
eu que sou estrangeiro diante de tudo isto, 
eu que estou na minha casa sossegada, 
eu que não tenho guerra à porta, 
- eu porque tremo e soluço? 
Quem chora em mim, dizei - quem chora em nós? 

Tudo aqui vai como um rio farto de conhecer os seus meandros: 
as ruas são ruas com gente e automóveis, 
não há sereias a gritar pavores irreprimíveis, 
e a miséria é a mesma miséria que já havia... 
E se tudo é igual aos dias antigos, 
apesar da Europa à nossa volta, exangue e mártir, 
eu pergunto se não estaremos a sonhar que somos gente, 
sem irmãos nem consciência, aqui enterrados vivos, 
sem nada senão lágrimas que vêm tarde, e uma noite à volta, 
uma noite em que nunca chega o alvor da madrugada...

Adolfo Casais Monteiro

Globalização em 4 actos.

Acredita na utilidade do voto? Acha importante a campanha para as presidenciais no nosso país? Quer que venha o FMI salvar-nos? Acha que o estado social, como modelo, faliu? Acredita na democracia, no socialismo, na globalização?. Conforma-se com a inevitabilidade dos mercado e das agências de rating?
Então veja estes vídeos. Pela sua saúde e pela de nosoutros... Nós somos a próxima Argentina!
Deixe de ver televisão durante uma hora. Hoje. "O papel da televisão é fabricar o esquecimento" - Jean-Luc Godard
Pelo bloqueio do voto! Uma esmagadora abstenção pode fazer pensar o poder!





O neo-liberalismo não tem futuro: Além de homicida é suicida e ecocida. A vida tem a sua última palavra.

O Mundo das médias ou a média do Mundo..

As médias são o que são e dispenso-me de trazer aqui a velha piada das médias (frangos comidos). Que a vida melhorou para uma enorme maioria das populações é um facto incontestável o que torna ainda mais imoral que grandes sectores da população ainda viva ao nível dos piores horrores do século dezanove...